Parte feminina de todos nós, homens e mulheres. O Feminino Sagrado. O feminino que é profundamente criativo; que gera vida; que permite acolher em seu ventre uma parte masculina...
Que permite ao seu “EU” se distanciar um pouquinho, para um outro “EU” chegar mais perto.
Há vários tipos de MÃES:
- As que criam ambientes
- As que elaboram alimentos
- As que estimulam a terra, plantando e cultivando
- As que cuidam das florestas e dos animais, criando normas de sobrevivência
- As que criam situações e momentos onde pessoas se encontram para partilhar
- As mães que nos ensinam a criar o respeito e o amor em nós, devido a sua dedicação
- As mães que criam possibilidades de sairmos “nadando”, dando conta de agir no mundo
- Mães que gerenciam expectativas
- Mães que gerenciam cidades
- Mães que gerenciam empresas
- Mães que gerenciam suas casas... Amorosamente
Aos homens e mulheres duros, sem perspectivas, inflexíveis, amargos, falta nesses o “Amor da Mãe”. Não da mãe biológica, que o gerou. Falta nesses homens e mulheres a Mãe que cria com amor, que existe e é inerente a cada um deles.
Falta acordar, iluminar, dar luz a essa mãe que é criadora de um mundo melhor dentro desses homens e mulheres.
Deus também é mãe. A parte feminina de Deus, profundamente amorosa, criou tudo que há de belo em toda a natureza, no homem e no universo.
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